“O Projeto é o Rascunho do amanha”

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Mitologia Egípcia: Todos os Deuses

MITOLOGIA EGÍPCIA

Os deuses do antigo Egito, foram Faraós que reinaram no período pré dinástico. Assim, os mitos foram inspirados em histórias que aconteceram de verdade, milhares de anos antes de sua criação.
Para a cultura do antigo Egito o casamento consangüíneo tinha o sentido de complementaridade, unir céu e terra, seco e úmido, por essa razão diversos deuses eram irmãos que se casavam entre si.
Osiris foi o primeiro Faraó e, que com o passar do tempo foi divinizado. Seu reinado em vida marcou uma época de prosperidade e ao morrer passou a ser o soberano do reino dos mortos.
Os deuses egípcios eram representados ora sob forma humana, ora sob forma de animais, considerados sagrados. O culto de tais animais era um aspecto importante da religião popular dos egípcios. Os teólogos oficiais afirmam que neles encarnava-se uma parcela das forças espirituais e da personalidade de um ou mais deuses. Deve ser entendido que o "deus" não residia em cada vaca ou em cada crocodilo. O culto era dirigido a um só indivíduo da espécie, escolhido de acordo com determinados sinais e entronizado num recinto especial. Ao morrerem, os animais sagrados eram cuidadosamente mumificados e sepultados em cemitérios exclusivos.

OS DEUSES EGÍPCIOS

NUN,  é a divindade mais primitiva do panteão de Heliópolis. Personificava o abismo líquido ou as águas primordiais, a partir do qual todo o mundo foi criado; é a divindade mais velha e sábia de todas. Era representado como um homem barbado, com uma pena na cabeça e portando um cajado. É uma divindade bissexual e à vezes masculino. Nun gerou Atun ( o sol nascente ) e Re ou Rá ( o sol do meio dia ).
 
ATUN, Uma das manifestações do deus sol, especialmente ao entardecer, original de Heliópolis, era representado por um homem barbado usando a coroa dupla do faraó e menos freqüentemente, como uma serpente usando as duas coroas do Alto e do Baixo Egito. Era considerado o rei de todos os deuses, aquele que criou o universo. É o mesmo deus Rê ou Rá que gerou Shu o ar e Tefnut a umidade. Atun e Rê ou Rá, foram mais tarde unidos ao deus carneiro de Tebas Amon e ficou conhecido pelo nome de Amon-Rê ou Amon-Rá.

 
AMON, o deus-carneiro de Tebas, rei dos deuses e patrono dos faraós, ele é o senhor dos templos de Luxor e Karnac. Tem por esposa Mut e por filho Khonsu. Passou a ser cultuado por volta de 2000 a.C. e traz algumas funções de Rá, sob o nome de Amon-Rê ou Amon-Rá, o criador dos deuses e da ordem divina. Ele é o sol que dá vida ao país. À época de Ramsés III. Amon tornou-se um título monárquico, mesmo título que Ptah e Rá. Freqüentemente representado como um homem vestido com a túnica real e usando na cabeça duas altas plumas do lado direito, ele se manifesta, igualmente, sob a forma de um carneiro e, mais raramente, de um ganso.

 
RÁ ( ou Rê), o criador dos deuses e da ordem divina, recebeu de Nun seu pai (mãe) o domínio sobre a Terra, mas o mundo não estava completamente acabado. Rá se esforçou tanto para terminar o trabalho da criação que chorou. De suas lágrimas, que banharam o solo, surgiram os seres humanos, masculinos e femininos. Eles foram criados como os deuses e os animais e Rá tratou de fazê-los felizes, tudo o que crescia sobre os campos lhes foi dado para que se alimentassem, não deixava faltar o vento fresco, nem o calor do sol, as enchentes ou as vazantes do Nilo. Como era considerado o criador dos homens, os egípcios denominavam-se o "rebanho de Rá". O deus nacional do Egito, o maior de todos os deuses, criador do universo e fonte de toda a vida, era o Sol, objeto de adoração em qualquer lugar. A sede de seu culto ficava em Heliópolis, o mais antigo e próspero centro comercial do Baixo Egito. Na Quinta Dinastia Rá, o Deus-Sol de Heliópolis, tornou-se uma divindade do estado. Foi retratado pela arte egípcia sob muitas formas e denominações e era também representado por um falcão, por um homem com cabeça de falcão ou ainda, mais raramente, por um homem. Quando representado por uma cabeça de falcão estabelecia-se uma identidade com Hórus, outro deus solar adorado em várias partes do país desde tempos remotos.
 
SHU, é o deus do ar e da luz, personificação da atmosfera diurna que sustenta o céu. Tem a tarefa de trazer Rá, o deus Sol, seu pai, e o faraó à vida no começo de cada dia. É representado por um homem barbado usando na cabeça uma pena simples ou quatro longas plumas. É a essência da condição seca, do gênero masculino, calor, luz e perfeição. Aparece frequentemente nas pinturas, como um homem segurando Nut, a deusa do céu, para separá-la de Geb, o deus da Terra. Com Tefnut, sua esposa, formava o primeiro par de divindades da enéade de Heliópolis. Era associado ao Leão.
 
 TEFNUT, considerada a deusa da umidade vivificante, que espera o sol libertar-se do horizonte leste para recebê-lo e não há seca por onde Tefnut passa. A deusa é irmã e mulher de Shu. É o símbolo das dádivas e da generosidade. Ela é retratada como uma mulher com a cabeça de uma leoa, indicando poder. Shu afasta a fome dos mortos, enquanto Tefnut afasta a sede. Shu e Tefnut são os pais de Geb e Nut.

NUT, deusa do céu que acolhe os mortos no seu império, é muitas vezes representada sob a forma de uma vaca. Com o seu corpo alongado, coberto por estrelas, forma o arco da abóbada celeste que se estende sobre a terra. É como um abraço da deusa do céu sobre Geb, o deus da Terra. Nut e Geb são pais de Osiris, Isis, Seth, Néftis e Hathor. Osiris e Isis já se amavam no ventre da mãe e a maldade de Seth, logo ficou evidente, quando ao nascer, este rasgou o ventre da mãe.
 
GEB, o deus da Terra é irmão e marido de Nut. É o suporte físico do mundo material, sempre deitado sob a curva do corpo de Nut. Ele é o responsável pela fertilidade e pelo sucesso nas colheitas. Ele estimula o mundo material dos indivíduos e lhes assegura enterro no solo após a morte. Geb umedece o corpo humano na terra e o sela para a eternidade. Nas pinturas é sempre representado com um ganso sobre a cabeça.


OSÍRIS, irmão e marido de Isis, pai de Hórus. A origem de Osíris consta nos relatos da criação do mundo, sua geração é a ultima a acontecer e não representa mais os elementos materiais (espaço, luz, terra, céu...). Na lenda, que evoca o retorno da vida com a cheia do Nilo, após o período da seca, Osíris é morto, destruído e ressuscitado, representando a morte e renascimento da vegetação e de todos os seres. Por essa razão, ele é o deus dos mortos e do renascimento, rei e juiz supremo do mundo dos mortos. Acredita-se que ele tenha sido o primeiro Faraó e que ensinou aos homens as artes da agricultura e da civilização.

 
ÍSIS, é a mais popular de todas as deusas egípcias, considerada a deusa da família, o modelo de esposa e mãe, invencível e protetora. Usa os poderes da magia para ajudar os necessitados. Ela criou o rio Nilo com as suas lágrimas. Conta a lenda que, após a morte de Osíris, ela transforma-se em um milhafre para chorá-lo, reúne os pedaços de seus despojos, se empenha em reanima-lo e dele concebe um filho, Horus. Ela defende com unhas e dentes seu rebento contra as agressões de seu tio Seth. Perfeita esposa e mãe ela é um dos pilares da coesão sócio-religiosa egípcia. Usa na cabeça um assento com espaldar (trono) que é o hieróglifo de seu nome.
 
SETH, personifica a ambição e o mal. Considerado o deus da guerra e Senhor do Alto Egito durante o domínio dos Hicsos, tinha seu centro de culto na cidade de Ombos. Embora inicialmente fosse um deus benéfico, com o passar do tempo tornou-se a personificação do mal. Era representado por um homem com a cabeça de um tipo incerto de animal, parecido com um cachorro de focinho e orelhas compridas e cauda ereta, ou ainda como Tífon, um animal imaginário formado por partes de diferentes seres, com a cabeça de um bode, orelhas grandes, como um burro. Associavam-no ao deserto aos trovões e às tempestades. Identificado com o lado negativo da lenda, a luta entre Osiris e Seth era a luta da terra fértil contra a areia do deserto.
 
NÉFTIS, é a esposa de Seth, mas quando este trai e assassina Osíris, por quem era apaixonada, ela permanece solidária à Isis, ajudando-a a reunir os membros espalhados do defunto e também tomando a forma de um milhafre para velá-lo e chorá-lo. Como Isis, ela protege os mortos, sarcófagos e um dos vasos canopos. O hieróglifo de seu nome é um cesto colocado sobre uma coluna, que usa na cabeça,. É ainda na campanha de Isis que ela acolhe o sol nascente e o defende contra a terrível serpente Apófis.
HÁTOR, personificação das forças benéficas do céu, depois de Isis, é a mais venerada das deusas. Distribuidora do amor e da alegria, deusa do céu e protetora das mulheres, nutriz do deus Hórus e do faraó, patrona do amor, da alegria, da dança e da música. Também é a protetora da necrópole de Tebas, que sai da falésia para acolher os mortos e velar os túmulos. Seu centro de culto era a cidade de Dendera, mas havia templos dessa divindade por toda parte. É representada na forma de uma mulher com chifres de vaca e disco solar na cabeça, uma mulher com cabeça de vaca ou por uma vaca que usava um disco solar e duas plumas entre os chifres. As vezes é retratada por um rosto de mulher visto de frente e provido de orelhas de vaca, a cabeleira separada em duas abas com as extremidades enroladas.
HÓRUS, filho de Isis e Osíris, Horus teve uma infância difícil, sua mãe teve de escondê-lo de seu tio Seth que cobiçava o trono de seu pai Osiris. Após ter triunfado sobre Seth e as forças da desordem, ele toma posse do trono dos vivos; o faraó é sua manifestação na terra. Ele é representado como um homem com cabeça de falcão ou como um falcão, sempre usando as duas coroas do Alto e Baixo Egito. Na qualidade de deus do céu, Hórus é o falcão cujos olhos são o sol e a lua. Com o nome de "Horus do horizonte", assume uma das formas do sol, a que clareia a terra durante o dia. Mantenedor do universo e de todo tipo de vida, Horus era adorado em todo lugar. Ele é considerado o mais importante de todos os deuses, aquele que guia as almas até o Dwat ( Reino dos Mortos ).
 
ANÚBIS, filho de Seth e Néftis, é o mestre dos cemitérios e o patrono dos embalsamares. É na realidade o primeiro entre eles, a quem se deve o protótipo das múmias, a de Osíris. Todo egípcio esperava beneficiar-se em sua morte do mesmo tratamento e do mesmo renascimento desta primeira múmia. Anúbis também introduz os mortos no além e protege seus túmulos com a forma de um cão, vigilante, deitado em uma capela ou caixão. Anúbis era também associado ao chacal, animal que freqüentava as necrópoles e que tem por hábito desenterrar ossos, paradoxalmente representava para os egípcios a divindade considerada a guarda fiel dos túmulos. No reino dos mortos, era associado ao palácio de Osiris, na forma de um homem com cabeça de cão ou chacal, era o juiz que, após uma série de provas por que passava o defunto, dizia se este era justo e merecia ser bem recebido no além túmulo ou se, ao contrário, seria devorado por um terrível monstro, Amut. Anúbis tinha seu centro de culto em Cinópolis.
TOTH, divindade à qual era atribuída a revelação ao homem de quase todas as disciplinas intelectuais, a escrita, a aritmética, as ciências em geral e a magia. Era o deus-escriba e o deus letrado por excelência. Havia sido o inventor da escrita hieroglífica e era o escriba dos deuses; senhor da sabedoria e da magia. O que faz dele o patrono dos escribas que lhe endereçam uma prece antes de escrever. "Mestre das palavras divinas". Preside a medida do tempo, o disco na cabeça é a lua, cujas fases ritmam os dias e as noites. Representado como um íbis ou um homem com cabeça de íbis, ou ainda um babuíno.
 
MAÁT, esta deusa, que traz na cabeça uma pluma de avestruz, representa a justiça e a verdade, o equilíbrio, a harmonia do Universo tal como foi criado inicialmente. É também a deusa do senso de realidade. Filha de Rá e de um passarinho que apaixonando-se pela luminosidade e calor do Sol, subiu em sua direção até morrer queimado. No momento da incineração uma pena voou. Era Maat. É a pena usada por Anúbis para pesar o coraçáo daqueles que ingressam no Dwat. Em sociedade, este respeito pelo equilíbrio implica na prática da equidade, verdade, justiça; no respeito às leis e aos indivíduos; e na consciência do fato que o tratamento que se inflige aos outros pode nos ser infligido. É Maát, muito simbolicamente, que se oferece aos deuses nos templos. Protetora dos templos e tribunais.
 
PTAH, deus de Mênfis que foi a capital do Egito no Antigo Império, Ptah é "aquele que afeiçoou os deuses e fez os homens" e "que criou as artes". Concebeu o mundo em pensamento e o criou por sua palavra. Seu grande sacerdote chama-se "o superior dos artesãos". É, realmente, muito venerado pelos trabalhadores manuais, particularmente pelos ourives. Tem o préstimo dos operários de Deir el-Medineh. Apresenta-se com uma vestimenta colante que lhe dá a impressão de estar sem pescoço e usando na cabeça uma calota. Tem como esposa a deusa Sekhmet e por filho Nefertum, o deus do nenúfar ( plantas aquáticas ).
 
SEKHMET, uma mulher com cabeça de leoa, encimada pelo disco solar, era uma de suas representações que, por sua vez, simbolizava os poderes destrutivos do Sol. Embora fosse uma leoa sanguinária, também operava curas e tinha um frágil corpo de moça. Era a deusa cruel da guerra e das batalhas e tanto causava quanto curava epidemias. Essa divindade feroz era adorada na cidade de Mênfis. Sua juba ( dizem os textos ) era cheia de chamas, sua espinha dorsal tinha a cor do sangue, seu rosto brilhava como o sol... o deserto ficava envolto em poeira, quando sua cauda o varria...

 
BASTET, uma gata ou uma mulher com cabeça de gata simbolizava a deusa Bastet e representava os poderes benéficos do Sol. Seu centro de culto era Bubástis, cujo nome em egípcio ( Per Bast ) significa a casa de Bastet. Em seu templo naquela cidade a deusa-gata era adorada desde o Antigo Império e suas efígies eram bastante numerosas, existindo, hoje, muitos exemplares delas pelo mundo. Quando os reis líbios da XXII dinastia fizeram de Bubástis sua capital, por volta de 944 a.C., o culto da deusa tornou-se particularmente desenvolvido.
 
KHNUM, um dos deuses relacionados com a criação era simbolizado por um carneiro, animal considerado excepcionalmente prolífico pelos egípcios. Segundo a lenda, o deus Khnum, um homem com cabeça de carneiro, era quem modelava, em seu forno de oleiro, os corpos dos deuses e, também, dos homens e mulheres, pois plasmava em sua roda todas as crianças ainda por nascer. Principal deus da Ilha Elefantina, localizada ao norte da primeira catarata do Nilo, onde as águas são alternadamente tranquilas e revoltas. Tem duas esposas Anuket (águas calmas) e Sati ( a inundação). Um dos velhos deuses cósmicos, é descrito como autor das coisas que são, origem das coisas criadas, pai dos pais e mãe das mães. Sua esposa Anuket ou Heqet, deusa com cabeça de rã, também era associada à criação e ao nascimento.
 
SEBEK, um crocodilo ou um homem com cabeça de crocodilo representavam essa divindade aliada do implacável deus Seth. O deus-crocodilo, era venerado em cidades que dependiam da água, como Crocodilópolis, seu centro de culto, na região do Faium, onde os sáurios eram criados em tanques e adornados com jóias, eram protegidos, nutridos e domesticados. Um homem ferido ou morto por um crocodilo era considerado privilegiado. A adoração desse animal foi sobretudo importante durante o Médio Império.
 
TUÉRIS, (Taueret ) era a deusa-hipopótamo que protegia as mulheres grávidas e os nascimentos. Ela assegurava fertilidade e partos sem perigo. Adorada em Tebas, é representada em inúmeras estátuas e estatuetas sob os traços de um hipopótamo fêmea erguido, com patas de leão, de mamas pendentes e costas terminadas por uma espécie de cauda de crocodilo. Além de amparar as crianças, Tueris também protegia qualquer pessoa de más influências durante o sono.
 
KHEPRA, (escaravelho, em egípcio) ou um homem com um escaravelho no lugar da cabeça também representavam o deus-Sol. Nesse caso o besouro simbolizava o deus Khepra e sua função era nada menos que a de mover o Sol, como movia a bolazinha de excremento que empurrava pelos caminhos. Associados à idéia mitológica de ressurreição, os escaravelhos eram motivo freqüente das peças de ourivesaria encontradas nos túmulos egípcios.
ÁPIS, o boi sagrado que os antigos egípcios consideravam como a expressão mais completa da divindade sob a forma animal e que encarnava, ao mesmo tempo, os deuses Osíris e Ptah. O culto do boi Ápis, em Mênfis, existia desde a I dinastia pelo menos. Também em Heliópolis e Hermópolis este animal era venerado desde tempos remotos. Essa antiga divindade agrária, simbolizava a força vital da natureza e sua força geradora.
BABUINO ou cinocéfalo é um grande macaco africano, cuja cabeça oferece alguma semelhança com os cães. No antigo Egito este animal estava associado ao deus Thoth, considerado o deus da escrita, do cálculo e das atividades intelectuais. Era o deus local em Hermópolis, principal cidade do Médio Egito. Deuses particularmente numerosos parecem ter se fundido no deus Thoth: deuses-serpentes, deuses-rãs, um deus-íbis, um deus-lua e este deus-macaco.
Í BIS, uma ave pernalta de bico longo e recurvado. Existe uma espécie negra e outra de plumagem castanha com reflexos dourados, mas era o íbis branco, ou íbis sagrado, que era considerado pelos egípcios como encarnação do deus Thoth. Esta ave tem parte da cabeça e todo o pescoço desprovido de penas. Sua plumagem é branca, exceto a da cabeça, da extremidade das asas e da cauda, que é muito negra. Um homem com cabeça de íbis, era outra das representações daquele deus.
APÓFIS, a serpente que habitava o além-túmulo, representava as tempestades e as trevas. É descrita no chamado Livro de Him no Inferno, uma obra que narra a viagem do deus-Sol pelo reino das sombras durante a noite. Nessa jornada, enquanto visitava o reino dos mortos, a divindade lutava contra vários demônios que tentavam impedir sua passagem. As serpentes estavam entre os adversários mais perigosos e o demônio líder de todos eles era Apófis a grande serpente.

A mitologia egípcia inclui muitos deuses e deusas, entretanto, geralmente representam o mesmo conjunto de forças e arquétipos. O grupo acima descrito, resume de modo satisfatório o grande panorama da religião egípcia que perdurou durante milênios.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Mitologia Grega

Mitologia GREGA

Deuses

para ver a árvore genealógica dos deuses gregos, clique aqui

Zeus

zeus deuses gregos mitologia  O filho mais novo de Cronos e Réia é o líder
dos deuses que vivem no Monte Olimpo. Ele
impõe a justiça e a ordem lançando relâmpagos
forjados por Hefesto e pelos ciclopes. Zeus
teve diversas esposas e casos com deusas, ninfas e humanas.

Posêidon

poseidon deuses gregos mitologia  O irmão mais velho de Zeus e Hades é o deus
do mar
.Com um movimento de seu tridente,
causa tempestades e terremotos - e sua fúria é
famosa entre os deuses! Posêidon vive
procurando aumentar seus domínios em
diferentes áreas da Grécia.

Hades

hades deuses gregos mitologia  Mesmo sendo irmão de Zeus e Posêidon, não
vive no monte Olimpo. Hades, como deus dos
mortos
, domina seu próprio território (o mundo
dos mortos
). Apesar de passar uma imagem
ruim por sua "função", Hades não é um deus
associado ao mal.

Hera

hera deuses gregos mitologia  Terceira mulher de Zeus e rainha do Olimpo,
Hera é a deusa do matrimônio e do parto. É
vingativa com as amantes do marido e com os
filhos de Zeus que elas geram. Para os gregos,
Zeus e Hera simbolizam a união
homem-mulher.


 

Atena

atena deuses gregos mitologia  É a deusa da sabedoria e filha de Zeus com a
primeira mulher dele, Métis. Seu símbolo é a
mais sábia das aves, a coruja. Habilidosa
e especialista nas artes e na guerra, Atena
carrega uma lança e um escudo chamado
Égide.


 

Hermes

hermes deuses gregos mitologia  Filho de Zeus com a deusa Maia, o
mensageiro dos deuses é o protetor dos
viajantes e mercadores. Representado como
um homem de sandálias com asas, Hermes
tinha um lado obscuro: às vezes trazia mentiras
e histórias falsas.


 

Ares

ares deuses gregos mitologia  O terrível deus da guerra é um dos filhos de
Zeus e Hera. No campo de batalha pode matar
um mortal apenas com seu grito de guerra!
Pai de vários heróis - humanos que são
protegidos ou filhos de deuses - , Ares ainda
se tornou um dos amantes de Afrodite.


 

Apolo

apolo deuses gregos mitologia  O deus da luz (sendo representada pelo Sol),
das artes, da medicina e da música é filho
de Zeus com uma titã, Leto. Na juventude,
era vingativo, mas depois se tornou um deus
mais calmo, usando os poderes da cura,
música e previsões do futuro.


 

Artemis

artemis deuses gregos mitologia  Irmã gêmea de Apolo, é a deusa da caça,
representada por uma mulher com um arco
- contraditoriamente, também é a protetora dos
animais... Artemis é uma deusa casta
(virgem), que fica furiosa quando se sente
ameaçada.


 

Hefesto

hefesto deuses gregos mitologia  Filho de Zeus e Hera, Hefesto nasceu tão
fraco e feio que foi jogado pela mãe no oceano.
Resgatado por ninfas, virou um famoso artesão.
Impressionados com o talento dele, os deuses
levaram Hefesto ao Olimpo e o nomearam
deus do fogo e da forja.


 

Afrodite

afrodite deuses gregos mitologia  O nome da deusa do amor significa "nascida
da espuma
", porque diziam que ela havia
surgido do mar. Afrodite é a mais bela das
deusas. Apesar de ser esposa de Hefesto,
Afrodite teve vários casos - com deuses como
Ares e Hermes e também com mortais.



 

 

Grego - Romano

 Confira o nome romano desses deuses:
  • Zeus = Júpiter
  • Hera = Juno
  • Posêidon = Netuno
  • Hades = Plutão
  • Atena = Minerva
  • Hermes = Mercúrio
  • Ares = Marte
  • Apolo = Apolo
  • Artemis = Diana
  • Hefesto = Vulcano
  • Afrodite = Vênus

Mito de criação do mundo

Início Titânico

 O mundo mitológico grego tem início com o casal Urano e Gaia.
Urano (o céu) permanecia unido a Gaia (a terra) em um ato de
reprodução constante. Dessa união nasceram as titãs, que não
conseguiam sair do ventre de Gaia.

 Infeliz com os filhos aprisionados, Gaia ajudou um deles,
Cronos, a castrar o pai. com isso Urano se separou de Gaia, uma
metáfora que simboliza o surgimento do mundo após a separação entre o céu e a terra.

 Cronos passou a reinar, mas, com medo de perder o poder,
engolia os filhos que tinha com a titã Réia. Um deles, Zeus,
escapou deste destino e resgatou os irmãos. Zeus derrotou
Cronos em uma grande batalha, que deu inicio à era dos Deuses.

Vida após a morte

O Mundo dos Mortos

 Na mitologia, a alma dos mortos vai para o mundo subterrânio,
governado por Hades. Para entrar, é preciso pagar o barqueiro
Caronte
, que faz a travessia do rio Estinge. Por isso os gregos,
enterravam os mortos com uma moeda.

 No submundo de Hades, o morto é julgado por três juízes. Os
que viveram uma vida correta são premiados e seguem para uma
região chamada Campos Elíseos, uma espécie de paraíso, cheia
de paisagens verdes e floridas.

 Mas o mundo subterrânio também tem regiões sombrias..... Os
gregos que não viveram uma vida correta como mortal tem como
destino o Tártaro. Equivalente ao inferno cristão, ele é um poço
profundo, quase sem fim, escuro, úmido e frio.

Mitologia NÓRDICA

Mitologia NÓRDICA

Deuses

para ver a árvore genealógica dos deuses nórdicos, clique aqui

Odin

odin deuses nordicos mitologia
 Devido ao seu amor pela batalha, è o principal
deus da mitologia nórdica - nascida em países
do norte da Europa, como Suécia, Dinamarca e
Islândia. Odin é o mais velho e sábio dos
deuses
. Com só um olho bom, ele vive com dois
corvos em seus ombros: Huginn (pensamento)
e Muninn (memória) que simbolizam a busca pelo conhecimento.

Thor

thor deuses nordicos mitologia
 O deus do Trovão, é filho de Odin com outra
deusa (Fjorgyn). Muito forte, tem como arma
um martelo mágico. è o grande guerreiro dos
deuses
contra seus principais inimigos,
os gigantes de gelo.

Frigg

 Mulher de Odin, a deusa da fertilidade veste um manto que
parece com as nuvens - e que muda de cor de acordo com seu
humor. Representa a feminilidade e era invocada pelas
mulheres nos partos.

 

 

 

Loki

loki deuses nordicos mitologia
 Pai das mentiras, é parte gigante parte deus.
Às vezes é mostrado como irmão de Thor,
mas na mitologia tradicional é irmão adotivo
de Odin. Tem caráter maligno, mas traz
equilibrio ao panteão dos deuses.

Hel

hel deuses nordicos mitologia
 Filha de Loki com uma gigante de gelo, é a
deusa de Niftheim, a terra dos mortos.
Descrita como uma figura de feições sempre
sombrias, e viva da cintura para cima e morta
da cintura para baixo.



 

Bragi

bragi deuses nordicos mitologia
 Filho de Odin com uma gigante, é o porta
voz e mensageiro dos deuses. Bom de
"discurso" tem o nome citado nos brindes
que antecederam a narração de grandes
histórias.



 

Tyr

tyr deuses nordicos mitologia
 Filho de Odin e Frigg, tem força e coragem,
e lidera os deuses nas batalhas. Sacrificou uma
das mãos, para o lobo Fenrir (filho de Loki)
para manter a paz entre os deuses após mais
uma das brigas entre eles.



 

Balder

balder deuses nordicos mitologia
 Outro filho de Odin e Frigg, é o mais belo,
misericordioso e justo dos deuses. Espalha
paz onde quer que ande. Por ser o deus mais
amado e popular, tornou-se um dos alvos
preferidos das intrigas de Loki.



 

Forseti

forseti deuses nordicos mitologia
 O deus da justiça é filho de Balder e define
as disputas entre os deuses e os humanos.
Na mitologia, nunca falhou em um acordo.
Falando por horas a fio, sempre convence os
deuses pelo cansaço.



 

Njord

njord deuses nordicos mitologia
 Protetor dos navegadores, escolheu viver
em Asgard, após firmar uma paz com
Odin. Os que o adoram navegam
tranquilos e tem boa sorte no nascimeto
dos filhos.



 

Skadi

skadi deuses nordicos mitologia
 Skadi foi para Asgard para se vingar da morte
do pai, um gigante. Temendo um confronto, os
deuses colocaram os olhos do pai dela como
estrelas do céu e lhe ofereceram Njord
como marido.



 

Freya

freya deuses nordicos mitologia
 Filha de Njord e Skadi. Deusa do amor e da
luxúria
, é uma mulher sensual. Amante de
magia e feitiçaria, ela pode tomar a forma de
um pássaro para viajar ao mundo
dos mortos e trazer profecias.



 

Freyr

 O irmão de Freya é o deus da abundância. Decide quando a
chuva cai, da fartura aos frutos da terra, e é invocado na paz
e na prosperidade. Possui um barco capaz de carregar todos
os deuses.



 

 

Mito de criação do mundo

Como tudo começou

 As lendas nórdicas não tem uma versão única. Há variações
nos deuses e nas descrições de como o mundo foi criado. Um
dos mitos diz que Odin e seus irmãos mataram um gigante,
Ymir, formado de fogo e gelo. O corpo dele virou, então, a
matéria-prima para a criação do mundo.
Restos do
Gigante
Carne Ossos Sangue Cérebro
O que
Virou
A terra As pedras Os rios e
oceanos
As nuvens

O Mundo Nórdico

Yggdrasil, árvore da vida, tem três níveis:

Asgard

 É onde vivem quase todos os deuses. A paz por la só reinou após muito quebra-pau entre eles. Asgard é cheia de grandes salões, como o grandioso Valhalla, salão de Odin.

Midgard

 Os humanos vivem aqui. Midgard e cercada por um vasto oceano e é ligada a Asgard pela Bifrost, uma ponte em forma de arco-íris vigiada pelo deus Heimdall.

Jotunheim

 Região dentro de Midgard habitada por gigantes, raça que vive em conflito com os deuses. Lá fica uma fortaleza chamada Utgard, palco de varias aventuras de Thor.

Niflheim

 O terceiro último nível é o domínio dos mortos. É um local gelado, onde a noite não tem fim e aonde os homens de mau caráter são enviados após a morte.